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JULHO das PRETAS

Domingo, dia 25 de Julho, foi mais um fim de semana para descansar? Não! Foi mais um momento para se lembrar da luta e resistência preta. Esse dia é celebrado o dia “Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha”, e no Brasil, aproveitasse a data para lembrar a Lei nº12.987 de 2014, homenageando o “Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra”.

Tereza de Benguela viveu no século XVIII e liderou o “Quilombo do Quariterê”, após a morte de seu companheiro. Pelos seus feitos como líder do Quilombo acabou sendo reconhecida como “Rainha Tereza”. Tereza contribui para que indigenas e negros resistissem a escravidão, por duas décadas.

E com esse espírito de Benguela que nasce o “Julho das Pretas” que “é uma ação de incidência política e agenda coletiva”, informa o site do Odara. E prossegue: “Ganhou o país, por meio da Rede de Mulheres Negras do Nordeste, da Articulação através de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), de centenas de coletivos e organizações de mulheres negras e de milhares de pretas que se organizam em ações coletivas ao longo dos últimos nove anos, para registrar o mês de Julho na agenda pública do país”. – por Daniela Luciana, do Correio Braziliense

A FNA – Frente Nacional Antirracista que tem em sua maioria mulheres negras, mostra mais uma vez que não se fará uma discussão de projeto de país em 2022 sem negros e principalmente, as mulheres negras.

Sobre essa ação de resgatar, numa data tão importante (Julho das Pretas), importantes lideranças pretas, falou Leticia Gabriella: “Historicamente as mulheres negras sofrem um processo cruel de apagamento que é fruto do racismo e do sexismo. A proposta dos cards é um ato político de resgate da história das nossas ancestrais e ao mesmo homenagear em vida as mulheres negras que atuam incansavelmente na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Dar voz às nossas é fundamental nesse processo de romper com essa estrutura violenta que todos os dias tenta desumanizar os corpos negros e é fundamental para reconhecer a potência da luta das mulheres negras como principais lideranças e percursoras de ações com impacto nas estruturas da sociedade.”

Esse resgate da de lideranças femininas negras mostra que a FNA está antenada nas necessidades de uma sociedade que precisa valorizar e ter urgentemente nos livros a história negra como ela realmente foi e não como é imposto a séculos.

Em uma ação de fôlego, que exigiu muita pesquisa, contou com Leticia Gabriella da Cruz Silva (arte), Rosângela Maria, Dra. Débora Viviane, Josiane Alcântara e contou com ajuda de outras mulheres na produção, seja enviando vídeos e construindo essa linda historiografia, que acaba sendo uma grande homenagem a todas as mulheres negras, inclusive, da FNA.

A FNA mostra mais uma vez estar antenada com o mundo PRETAS que precisamos.

Vimos neste final de semana entrar em campo, o time da SOLIDARIEDADE, com jogadores e torcida de todo o Brasil.

A meta era arrecadar 100 milhões de alimentos, mas com ajuda de todos batemos a meta, arrecadando 107 milhões.

Torcidas e times, jogando para escanteio a rivalidade e trazendo para dentro de campo a união em prol de combater a fome, que já estava infelizmente presente entre milhares de famílias brasileira, mas que neste momento tão delicado só se intensificou.

Contamos com a alegria de mais de 35 mil voluntários e diversas organizações, que não se isentaram e foram para a linha de frente, pois entende que essa luta é de todos nós.

Temos consciência que distribuir alimentos a famílias em vunerabilidade alimentar não é a solução, mas não é possivel pensar em educação, economia, política, saúde e lazer se não garatirmos o mínimo a essa população.

Por isso contamos com o apoio de TOD@S nas próximas batalhas para mudar uma nação.

Segue os nossos agradecimentos da @frentenacionalantirracista, @maesdafevela, @cufabrasil, @comunidade.door e times de todo o Brasil.

frentenacionalantirracista

maesdafavela

cufabrasil

Panela cheia: grito contra a fome e o racismo!

Clip lançado da campanha PANELA CHEIA SALVA (@panelacheiasalva) agora no @fantastico.

A Frente Nacional Antirracista juntamente com a @cufabrasil e a @gerandofalcoes organizaram a campanha contra a fome e recebe apoio dos artistas.

O objetivo é fazer a sociedade refletir sobre como a população está exposta à fome no país, a fome mata!

Em todos os estados do Brasil, ações de solidariedade como distribuição de cestas básicas, máscaras, são ações das diversas entidades que compõe a FNA atuantes em comunidades ribeirinhas, quilombolas, terreiros, favelas e regiões rurais deram um grito contra a fome e o racismo.

Campanha Panela Cheia Salva conta com as contribuições de artistas da música nacional: @pericles @ivetesangalo @paulalima @dudunobresamba @jairoliveira @wsimoninhaoficial @alcionemarrom @danielamercury
@jaizinho @zecapagodinho @carlinhosbrown @margarethmenezes @fernandaabreureal @naiaraazevedo @lucianamelo @luansantana @renegado @mcraibg @reginacase e a Valéria Fernandes.

panelacheiasalva

fantastico

frentenacionalantirracista

Abolição Inconclusa
Inglaterra e nos Estados Unidos
Mortes no Jacarezinho
Distribui Cestas Básica no Jacarezinho
Protesto pelo País
Escravatura no Brasil
Belo Horizonte em Ato Nacional
Cestas Básicas
Dia 13 de maio é marcado por Manifestação

FOTOS DE AONDE FOI FEITO AS AÇÕES!

Porto Alegre
Rio de Janeiro
São Paulo
Bahia
Mato Grosso
Sergipe
Maranhão
Pernambuco
Roraima
Minas Gerais
Goiás
Brasília
Ceará
Piauí

ABOLIÇÃO INACABADA

As mais de 600 entidades que constroem a Frente Nacional Antirracista estão organizadas em periférias, quilombos, comunidades ribeirinhas, numa ação de distribuição de cestas básicas, essa ação que denúncia o dia 13 de maio como DIA DA ABOLIÇÃO INACABADA considerando que a lei Áurea em único artigo regimentou abolição das pessoas em situação de escravidão no Brasil, sem que isso representasse liberdade plena.

Mas o que aconteceu Pós Abolição ? Não houve indenização ou qualquer reparação material. Assim, o que aconteceu foi que a população negra e pauperizada nesse regime de escravização foi relegada à própria sorte, ocuparam após isso os piores locais de emprego ficaram à margem da nossa sociedade e após 133 anos da promulgação da Lei Áurea parece que nada mudou,as condições de acesso à moradia,emprego, educação, saneamento básico e comida.

Qual a consequência disso para a população negra ?

A maioria da população negra no cenário atual,encontra-se sem comida, sem vacina e ameaçados com a constante chacina, o genocídio preto que ocorre desde que a primeira pessoa foi sequestrada no continente africano e trazida ao país.

Basta uma análise mais atenta aos dados raciais que mostram quem são as maiores vítimas de violência, qual a cor da população que não tem acesso a moradia, alimentação digna, educação e emprego ?

A distribuição dos alimentos nesses territórios é o compromisso de fortalecer essas famílias que carregam em dias atuais a consequência da não reparação material e social por parte do Estado brasileiro, são sobreviventes da pior derrota que a humanidade já sofreu : a escravização da população negra.

Por isso, denunciamos e lutamos pela liberdade plena do nosso povo preto.

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13demaiodiadeluta

frentenacionalantirracista

13 de maio Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo

Dia dia 13 de maio, data da assinatura da Lei Áurea há 133 anos atrás, que oficialmente aboliu o trabalho escravo no Brasil.
A Lei Áurea alterou as relações de trabalho, sem criar mecanismos de amparo e inclusão no mercado de trabalho aos ex-escravizados e seus descendentes, é até hoje temos reflexos deste incompletude da abolição em nosso país.
O Estado Brasileiro foi politicamente transplantado por Portugal, foi criado uma sociedade forjada e comprometida com a escravidão, sua econômia e seu desenvolvimento foi comprometido com o trabalho escravo, criando um Estado autoritário e com pouca vocação democrática, criou-se uma abolição e democracia inabacada.
É muito difícil entender a violência que acontence no Brasil sem situar historicamente de onde nós viemos, nossa filiação, nossa árvore genealógica, se deu da seguinte forma, nossos pais simbólicos se deu pelo genocídio dos povos indígenas, e nossas mães simbólicas são os negros escravizados.
Os negros sempre foram vítimas da letalidade policial praticada pelo Estado, nossas mortes não produzem nehum tipo de comoção social, porque a sociedade apreendeu ao longo de seu processo histórico naturalizar essa violência contra povo preto, está em nosso viés inconsciente acreditar que essa cultura violência é correto, as pessoas têm a falsa concepção que todos os negros são bandidos, afinal, bandido bom é bandido morto, essa é uma cultura de violência de nossa tradição histórica, de nossa herança autoritária colonialista escravocrata.
Ao longo de nossa história, a ditadura militar agrava muito mais o problema da cultura de violência contra os corpos negros, além disso, as estruturas policiais ao longo de séculos despreparada, pouco equipada, pouco profissionalida, contribui cada vez mais com letalidade policial. E a nossa Constituição Federal de 1988 no ponto de vista politico, econômico e social, não enfentrou a questão das estruturas policiais e não ocorreu uma reforma.
Nossa sociedade não possui uma cultura democrática, de ouvir ouvir o outro, de dialogar de forma respeitosa, de construir saídas e caminhos a partir da negociação, mas sim a partir da ameaça e violências aos corpos negros.
Essa cultura de violência autorirária se perpetuo por longos anos no Brasil, com discurso de ódio e a necropolítica que só afetou o povo preto.Introduziu-se no Brasil uma uma cultura de não termos apreço pela democracia e pelo povo negro, foi criado uma cultura anti-humanista contra nós.
Nesta guerra contra a violência urbana e rural, quem morre é a população que está no meio, crianças e jovens negros, estas mortes não provaca indignação pública, o Genocídio Negro não significa nada para sociedade, é isso faz parte do racismo estrutural, nossa herança anti-humanista, nossa brasilidade é forjada na cultura de violência e desumanização do povo negro.
Para uns aquilo que parece violência para outros é uma diversão, é descaso, é o racismo recreativo. Quando falamos em racismo estrutural, falamos de circunstâncias concretas, de uma sociedade que se organiza com níveis de sensibilidade diferentes, que naturalizam as mortes de pessoas negras, é relativizam o Genocidio Negro, ou negram a existência no racismo no Brasil.
Como pensar em Democracia sem acesso da população negra ao direito a vida?
A sociedade tem que entender que a violência contra a população negra ela advém do discurso de ódio, toda a violência é sempre antecedida por um discurso, a palavra antecede o ato.
A cultura de ódio e intolerância dispendido para pessoas negras pode ser pensado como uma disposição favorável à destruição de uma raça, de uma etnia, isso, fica tão evidencia quanto olha-se para o mapa da violência, a população negra encabeça toda as estatíticas, da fome, desemprego, da miséria, do encarceramento em massa.
Um Estado\polícia que mata muito é uma polícia competente para combater o Genocído Negro, reduzir a violência?
Estamos no topo das estatísticas da letalidade policial, precisamos nos manter vivos, como? combatendo o Genocidio Negro que vem se pertetuando no Brasil desde abolição.
Qual a missão do Estado no combate ao Genocidio Negro e como forma de reconhecimento de sua dívida história com população negra?
A Política de ESTADO, deve ocorrer primeiramente da seguinte forma:
O Estado não pode tudo, o Estado também é submetido a regras, quando o Estado atua de forma abusiva e violenta em matéria penal, o Estado se torna o promotor desta violência, aumentado a letalidade policial que atinge sempre a polpulação negra periférica.
Diante disso, a polícia deve sempre direcionar as suas ações estritamente de acordo com suas funções, deve deixar de usurpar a função do poder judiciário, de abordar negros de maneira diferenciada e violenta, é de preciptamente nós julgar, nós sentenciar e nós exterminar, com tiro de fúzil, com balas perdidas que incrivelmente sempre tem um endereço certo, um corpo negro.
Qual a missão da sociedade para combater o Genocídio Negro e como forma de reconhecimento de sua dívida histórica com a população negra?
A sociedade tem que criar e fomentar uma cultura de paz, porque não se pode naturalizar a matança de jovens negros, nós da Frente Nacional Antirracista sempre insistimos que sem os negros não haverá Democracia, não haverá desenvolvimento, não haverá paz.
A Democracia no Brasil é uma grande conquista civilizatória, mas o Estado e a Sociedade têm reconhecer a dívida histórica desta abolição inacabada com a população negra, bem como, o contra essa democracia inacabada que opera em favor do Genocídio Negro.
Nossa exigência é construir juntos uma cultura de paz, precisamos ter um compromisso com a redução dessa margem de agressividade, de violência, de intolerância dispendido contra população negra, construir juntos enquantos sociedade, enquanto Estado, maior capacidade de escuta, de criar soluções políticas públicas alteridade para povo preto.
O ano de 2020 foi marcado pelo brutal assasinato de João Alberto no Carrefour no Rio Grande do Sul, morto em razão da sua cor, do seu tom de sua pele, por ser negro. A violência praticada levou sua morte, isso não é aceitável do ponto de vista democrático. Infelizmente, casos como do nosso irmão João Alberto acontecem no Brasil de maneira sistemática e ficam impunes.
No Brasil, quando observamos as taxas de homicídios o perfil das vítimas o que se têm em comum, é a cor da sua pele,quando observamos o perfil dos desempregados no Brasil, a cor predominante ela é preta, quando observamos o perfil da população carcerária brasileira, vamos perceber que a cor da pela pesa nas ações policiais, na ação da justiça, na pena aplicada, por tanto, não vivemos em uma Democracia Racial.
Diante disso, vivemos em uma democracia e abolição inabada, sem sua devida reparação histórica.
Então, dia 13 de maio de 2021 as 10:00 venha com a sua camélia ( essa flor era plantada nos jardins das casas e utilizada como marca de adesão militante) a flor simboliza a nossa luta abolicionista brasileira, nossa luta por Democracia Racial, por Justiça, por uma Cultura de Paz, pelo Fim do Genocídio Negro.
Dia 13 de maio é dia de luta, é dia Nacional de Denúncia Contra o Racismo, pelo fim do Genocídio Negro, ação acontecerá as 10h no Espaço Cultural Jardim Damasceno(rua Talha-Mar nº105) no bairro da Brasilândia em São Paulo-SP.
Venha ser e fazer parte desta história no combate ao Genocídio Negro, seja potência, seja luz, traga a força de sua ancestralidade e use máscara.
Além de distribuição de cestas, camélias e cartões, o ato vai contar com faixas, cartazes e panfletos, remetendo à luta por liberdade do povo preto no Brasil.
Frente Nacional Antirracista juntos com a força de suas mais de 600 instituições.
@frentenacionalantirracista

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Frente Nacional Antirracista faz grande ato de protesto nacional ao dia 13 de maio, dia da “abolição”
Ato contará com distribuição de cestas e camélias em favelas, comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas. Além da divulgação de um manifesto

A Frente Nacional Antirracista (FNA) vai fazer um grande ato nesta quinta-feira, dia 13 de maio, data da assinatura da Lei Áurea há 133 anos atrás, que oficialmente aboliu o trabalho escravo no Brasil.

Em todo o Brasil, haverá distribuição de cestas básicas em favelas, comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas. Camélias também serão distribuídas.

Um manifesto elaborado pela Frente Nacional Antirracista também será divulgado, no dia 13. O documento promete denunciar a incompletude da abolição no país, pois a Lei Áurea alterou as relações de trabalho, sem criar mecanismos de amparo e inclusão no mercado de trabalho aos ex-escravizados e seus descendentes.

A camélia é uma flor que simbolizou a luta abolicionista brasileira. Era plantada nos jardins das casas e utilizada como marca de adesão militante.

“Escolhemos fazer nossas ações em comunidades quilombolas, ribeirinhas e em favelas, porque são espaços que, historicamente, simbolizam a exclusão. E é a partir desses lugares que acreditamos que devem vir as saídas dos impasses que atrasam o Brasil”, disse Priscilla França, representante da Educafro e da Equânime.
Os atos vão acontecer de 10h às 12h, em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

No Rio de Janeiro, em função dos acontecimentos do último dia 6, serão distribuídas 2 mil cestas básicas para famílias, na Favela do Jacarezinho, que também receberão camélias. Atendendo a aproximadamente 8 mil moradores de favela.

Em São Paulo, o ato acontecerá na Favela da Brasilândia.

“Esse ato no Jacarezinho é simbólico por tudo o que aconteceu. Mas levaremos cestas básicas para negros de todo o Brasil, e mostrar que a sociedade ainda deve para nós, negros, muita reparação”, disse Anna Karla Pereira, coordenadora da FNA.

Além de distribuição de cestas, camélias e cartões, o ato vai contar com faixas, cartazes e panfletos, remetendo à luta por liberdade do povo preto no Brasil.

BRASIL VOLTA AO MAPA DA FOME

A fome é um problema histórico no Brasil, nesse momento a combinação das crises econômica, política e sanitária, causada pela covid-19, agravou a insegurança alimentar.

Hoje, 116 milhões de pessoas, ou seja, 55,2% das casas brasileiras não têm acesso pleno e permanente a alimentos e 19 milhões de brasileiros enfrentam a fome em seu dia a dia.

É preciso ressaltar a importância da manutenção do auxílio emergencial, mas também de políticas públicas de médio e longo prazo para o combate à fome no país, principalmente o aumento do poder real de compra das pessoas em vulnerabilidade e medidas de mudanças estruturais da sociedade, visto que a fome é causada por um problema social de desigualdades estruturais constituídas, como raça, classe e gênero.

O @panelacheiasalva vem com o propósito de ajudar na luta de combate à fome, estamos juntos nessa com a @gerandofalcoes e a @cufabrasil, trabalhando arduamente e a sua contribuição é importante para nos ajudar a viabilizar a chegada de alimentos a quem mais precisa nesse momento.

A fome mata. Panela cheia salva. Acesse: panelacheiasalva.com.br

Junte-se a nós e ajude milhões de pessoas.

Ações do Panela Cheia Salva no Rio de Janeiro e em São Paulo nesse final de semana deram o ponta pé nessa grande jornada que vamos realizar por todo Brasil.

Levaremos alimento até as famílias que nesse momento precisam de todo apoio, pois a fome gera sofrimento e ainda mais desigualdade social.

Vamos juntos realizar esse grande feito!

Contamos com vc também!
Para doar, acesse os sites

www.panelacheiasalva.com.br
www.frentenacionalantirracista.org.br

As mulheres não fazem parte da luta elas são a própria luta

Em destaque, a frase do ativista social Preto Zezé que salienta uma importante questão diante das ações da Frente Nacional Antirracista: A participação das mulheres no combate a fome no Brasil.

Atualmente no território nacional mais de 28 milhões de lares brasileiros são sustentados por mulheres. Segundo Datafavela em 2020,revela dados que permite a percepção mais ampla de quem são as pessoas mais vulneráveis no agravamento da pandemia mundial da covid-19.

Ainda que essa precarização no acesso a direitos básicos é muito interessante observar quem são as pessoas que estão na linha de frente buscando estratégias e soluções coletivas para vencer a fome e buscando estratégias sanitárias dentro das favelas e comunidades em todo o território nacional, pois a inteligência feminina muito comum nos lares brasileiros, em administrar os poucos recursos, oriundos da má distribuição de renda no Brasil.

A FNA tem orgulho de cada mulher integrante dessa frente e sabemos que podemos fazer muito mais por termos essas mulheres na luta.

Um novo capítulo de esperança no combate ao racismo no USA
O ex-policial Derek Chauvin de Minneapolis Estados Unidos foi condenado por assassinato e homicídio culposo na morte de George Floyd. Em 25 de maio de 2020, George Floyd foi abordado pelos policiais e não reagiu à prisão, no entanto, o ex policial utilizou do emprego da imobilização pisando com o joelho sobre seu pescoço por 9 minutos e 29 segundos, e mesmo após os avisos de que George Floyd não conseguia respiar ex policial manteve o sufocamento, a vítima suplicou inúmeras vezes que não consigo respirar.
A morte de Floyd gerou uma série de protestos nos Estados Unidos e em diversos outros países inclusive aqui no Brasil, deu força ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), contra o racismo e violência policial contra negros.
Esta decisão atende o apelo pela justiça, é uma reparação pela perda de uma vida humana, e abre precedentes para criar ações efetivas no combate o racismo institucionalizado e sistêmico, e a violência policial empregada contra os negros.
Um dia histórico, de um brutal assassinato que mudou o mundo, é a primeira vez que um policial branco é condenado por matar um homem negro no Estado de Minnesota-EUA. E aqui no Brasil existem milhares de vítimas como Goerge Floyd, que são violentamente assassinadas pelo sistema estruturado pelo racismo, que a justiça seja feita a milhões de Floyd que tiveram sua vida seifada pelas mãos do racismo.

LIVE: Movimento contra fome busca arrecadar 2 milhões de cestas básicas

Segundo pesquisa Data Favela, 68% das pessoas que vivem em comunidades no Brasil tiveram piora em sua alimentação em 2021

Entrega de cestas básicas pela CUFA (Igor Oliveira/Divulgação)

Precisamos nos unir para ajudar quem mais precisa. Esse foi o apelo feito em live realizada hoje, 14, pela Bússola com lideranças do movimento Panela Cheia Salva, que tem como propósito combater a fome que se alastrou no Brasil com a pandemia de coronavírus. 

Lançado este mês, o movimento pretende arrecadar 2 milhões de cestas básicas, que serão distribuídas em todo o Brasil aos mais necessitados. Participam dele organizações sociais reconhecidas, como Cufa (Central Única das Favelas), Gerando Falcões e Frente Nacional Antirracista, com apoio do União SP e cooperação da UNESCO.

Durante a live, os organizadores do movimento destacaram que o avanço da pandemia trouxe consequências graves, além do risco de infecção pela covid-19. Com ele, vieram impactos econômicos e sociais, que fizeram com que a insegurança alimentar já existente aumentasse pelo país. Quase sete em cada dez (68%) pessoas que vivem em comunidades no Brasil tiveram piora em sua alimentação em 2021, aponta pesquisa do Data Favela.

“Identificamos a situação de extrema fome nas comunidades mais vulneráveis e reativamos, com urgência, os movimentos que atuaram fortemente no ano passado. Mais importante: juntamos as nossas iniciativas para fazer algo ainda maior e ajudar, de forma organizada, mais pessoas”, disse Ana Maria Diniz, da Península Participações e apoiadora do UniãoSP.

Para Silvio Almeida, da Frente Nacional Antirracista, o atual momento de desorganização institucional pede a criação de práticas políticas de solidariedade, para que inspirem políticas econômicas e educacionais do Brasil no pós-pandemia.

“O povo brasileiro sempre sobreviveu por se organizar para a solidariedade. O Brasil constituiu redes de solidariedade que garantiram a sobrevivência das pessoas mais pobres, especialmente as pessoas negras, no cenário de caos político, econômico e social do nosso país. Agora, estamos lutando pela vida biológica das pessoas – se elas não têm o que comer, não podem lutar por um país mais justo e igualitário”, afirmou Almeida.